Nesta data, lembramos da vereadora Marielle Franco, mulher negra, cria da favela da Maré, socióloga e defensora incansável dos direitos humanos. Brutalmente assassinada na noite do dia 14 de março de 2018, o Brasil nunca mais foi o mesmo após o crime — que demorou 8 anos até o julgamento.
Sua atuação política foi marcada pela defesa da vida, da dignidade e dos direitos das populações negras, periféricas e historicamente marginalizadas. Seu legado segue vivo em todas as lutas que afirmam que direitos humanos, justiça e dignidade são inegociáveis.
Justiça Climática e Direitos Humanos
No Centro Brasileiro de Justiça Climática (CBJC), entendemos que a luta por justiça climática também é uma agenda de direitos humanos. A crise climática segue triplicando as desigualdades estruturais justamente das populações que Marielle sempre defendeu: pessoas negras, moradores de periferias e favelas, mulheres, crianças e comunidades rurais e urbanas vulnerabilizadas.
Honrar sua memória é seguir seu legado. Por isso e por mais, seguimos incansáveis como ela foi. Seguiremos trabalhando por justiça, dignidade e direitos fundamentais para todes. Por memória e bem viver!
Marielle, presente.
Anderson, presente.